terça-feira, 27 de setembro de 2011

'Bola de fogo' cai do céu na Argentina


Uma mulher peruana morreu e outras oito pessoas ficaram feridas nesta segunda-feira, nos arredores de Buenos Aires, devido a uma misteriosa explosão - causada, segundo o relato de testemunhas, por "uma bola de fogo que caiu do céu". A agência AFP informou que o número de feridos chegou a nove. O incidente ocorreu no município de Monte Grande, que fica no "partido" (divisão) de Esteban Echeverría, na província de Buenos Aires.

Em um primeiro momento, a polícia havia informado que a vítima era paraguaia, mas as autoridades esclareceram depois que se trata de uma peruana de 43 anos, identificada como Silvia Espinoza, que tinha viajado à Argentina para visitar seus parentes. A explosão, que ocorreu nesta madrugada e até agora não teve sua origem determinada, deixou duas casas e três veículos destruídos, indicaram porta-vozes da polícia.

Dois dos feridos já receberam alta - Yeanigres Cornejo Medina e Fabián Sequeira. Os outros feridos permanecem internados em um hospital próximo - são eles Rodrigo Sequeira, 16 anos, Orlando Pedroso, 39 anos, Paola Pedroso, 24 anos, Alejandra Rodríguez, 41 anos, Julio Espinosa, 38 anos, e Hilda Ortiz, 47 anos.

Autoridades investigam a possibilidade de que a explosão tenha sido causada por um vazamento de gás. O chefe do Corpo de Bombeiros de Esteban Echeverría, Guillermo Pérez, afirmou ao jornal Clarín que foi retirado dos escombros um "tubo de gás de 45 kg, perto de um forno destruído". O material foi levado para ser analisado pela Polícia Federal argentina.

Sobre as hipóteses de queda de um meteorito ou de lixo espacial, Pérez afirmou que "todos os testes foram feitos e não havia radiação" no local do incidente. "A explosão foi muito grande", afirmou o chefe dos bombeiros ao Clarín.

"A cama onde eu dormia se levantou do apartamento, as madeiras do teto se dobraram e todos os vidros da minha casa explodiram. Quando saí na rua, caía um fogo de cima que incendiou um poste a 20 metros", afirmou um morador da área à imprensa local. Uma outra testemunha afirmou que saiu de sua casa por conta da explosão e viu "que havia fogo que vinha do alto, algo do céu".

"As perícias mal começaram e o resto são especulações. Não queremos nos aventurar a levantar nenhuma hipótese", declarou o intendente de Esteban Echeverría, Fernando Gray. As autoridades declararam que a origem da explosão deve ser esclarecida nas próximas horas.


Fonte: Terra Brasil

terça-feira, 6 de setembro de 2011

"Caçador de meteoritos" ocupa o tempo à procura de pedras oriundas do espaço





Eles percorrem o planeta na busca de fragmentos de matéria cósmica que caem na superfície da Terra; são "caçadores de meteoritos", uma tarefa à qual se dedicam de corpo e alma muito poucas pessoas no mundo, entre elas o espanhol José Vicente Casado. "Encontrar meteoritos é minha forma de viver, esse é meu trabalho", afirma José, que em entrevista à agência Efe quis "desmistificar" algumas das lendas que circulam ao redor destas rochas do espaço.


"As pessoas veem continuamente meteoritos por todas as partes e, além disso, pensam que são enormes, que um vai cair em cima de nós e vai nos extinguir", resume. Na sua opinião, acredita-se que são abundantes, mas achar um é "algo extraordinário", porque embora se veja uma estrela fugaz no horizonte e se presuma que esteja perto, pode cair a milhares de quilômetros.
José, da província de Leão, que há mais de 15 anos "caça" meteoritos e tem uma coleção de aproximadamente 120 peças - a mais completa da Espanha - acrescenta que no mundo todo não deve haver mais do que 20 pessoas que tenham tal profissão. Sua rotina habitual de trabalho consiste em se deslocar a zonas desérticas da África e da América do Sul, onde é mais fácil perceber a presença destas rochas, já que não existe vegetação para as esconder. No entanto, também encontrou meteoritos na Espanha, como os que achou na província de Palencia em 2004, em uma região de montanhas, circunstância que dificultou sua busca.
O maior pesava meio quilo, mas o habitual é que sejam pequenos, explica, porque quando um meteorito entra em contato com a atmosfera explode e provoca uma espécie de chuva de pedras. A este respeito, assinala que todos os dias caem entre 20 e 40 t de pó cósmico na superfície da Terra, embora meteoritos propriamente ditos devem ser em torno de 20 por ano.
"Aparentemente são pedras mais do que normais e é preciso usar um pequeno microscópio para comprovar se são boas. Às vezes achamos que são e não o são e outras vezes ocorre o contrário", diz. Acerca do custo econômico desta atividade, José Vicente Casado ressalta que para ele e para seus companheiros, as expedições não representam uma despesa muito alta porque eles viajam com restrição de gastos e, se necessário, dormem ao relento.
As peças recolhidas por José são usadas em exposições ou doadas para institutos científicos para estudos, o que, em suas palavras, pode acabar tendo inclusive "mais valor" do que se obteria ao vendê-las. Uma destas exposições será patrocinada pelo Museu da Siderurgia e Mineração de Castela e Leão, na localidade leonesa de Sabero, onde se explicarão questões como a formação e evolução do sistema solar e o surgimento da vida. O caçador de meteoritos José Vicente Casado deve pronunciar uma conferência no Museu na qual dará, diz, algumas pistas de como seguir o rastro destas rochas que "todo mundo quer encontrar".



Fonte: Terra.com.br

sábado, 27 de agosto de 2011

Meteorito intriga peruanos





Uma suposta queda de um meteoro dos céus peruanos, na passada quinta-feira, intrigou a população bem como as autoridades.



As imagens foram filmadas em Cuzco, cidade situada no sudeste do Peru. As autoridades estão a proceder a buscas no sul da cidade para encontrar vestígios do mesmo.
Um vídeo, divulgado por uma estação de televisão peruana, o Canal N, mostra o suposto meteoro rasgando os céus da cidade de Cuzco na tarde da passada quinta-feira.
As imagens exibem um objecto caindo em chamas, rumo a uma região florestal afectada pela seca no sul da cidade.
Em 2007, os peruanos já haviam assistido a algo do género, quando um meteorito do tamanho de uma bola de basquete foi encontrado numa cratera de cerca de 13 metros de diâmetro, na fronteira com a Bolívia.

Fonte: Correio da Manhã

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Posição oficial do Vaticano sobre os ET's





Em setembro de 2009, em visita às novas instalações do Observatório do Vaticano no Castelo Gandolfo, sua residência de verão, o papa Bento XVI segurou e examinou atentamente um meteorito que se desprendeu de Marte e caiu no Egito por volta de 1911. O papa também quis saber detalhes das atividades dos telescópios da Igreja católica instalados nas montanhas do Arizona, nos Estados Unidos. Passou 45 minutos fazendo perguntas e conversando com os cientistas. "Isso é muito tempo para o papa, acredite", conta o padre jesuíta e astrônomo José Funes ao subir o elevador da PUC-RJ - onde participou de encontro internacional Evolving Universe - para uma entrevista com o Terra.


Diretor do observatório astronômico e responsável pelas pesquisas da Igreja que envolvem a formação e a evolução das galáxias, procura de formações semelhantes ao Sistema Solar, Big Bang, física quântica e teoria da relatividade, Funes não acredita que ciência e religião sejam antagônicas. Para ele, são duas maneiras de explicar a razão de existirmos e como viemos parar aqui. Enquanto a ciência provê respostas através de testes e teorias, acredita ele, a religião oferece explicações do ponto de vista da fé. Mas por que estaria a Igreja procurando respostas no céu?


"Não procuro Deus diretamente em meu telescópio, observando as galáxias. Mas sim na procura pela verdade, na colaboração com as outras pessoas, ao comunicar o que estou aprendendo. É uma maneira de encontrar Deus", explica o padre. Confira a entrevista:


Terra - Você sustenta que a bíblia não é um livro científico. Como ela deve ser lida? Funes - "A bíblia é a carta de amor que Deus mandou para seu povo, com a linguagem de 2 mil anos atrás. Naquela época, não havia o conhecimento científico que nós temos hoje. Não podemos ler a bíblia achando que nós vamos encontrar respostas para as nossas perguntas científicas.


Terra -Como isso se aplica na comparação entre a história de Adão e Eva e a Teoria da Evolução, de Darwin? Funes - "O que continua verdadeiro na mensagem é a humanidade como um todo e sua origem em Deus. As pessoas tinham que entender onde estamos do ponto de vista da fé. De onde viemos? Por que há maldade no mundo? O autor da bíblia tenta responder essas questões do ponto de vista da fé".


Terra -O senhor considera o Big Bang como a teoria científica que melhor explica o começo do universo. Onde entraria Deus nesse processo? Funes - "O Big Bang é uma interpretação modal para entendermos a origem do universo. É uma teoria inventada pelo homem. Uma maneira intelectual que encontramos para entender a origem do universo. Se entendermos o Big Bang como começo do universo, então entenderemos que o universo existe por causa da vontade de Deus. Nós estamos falando aqui, nesse lugar bonito que é o Rio porque de alguma forma, não sabemos direito como ou por quê Deus está nos sustentando. Não é um fato científico, mas é um fato metafísico. É algo que vai além da ciência".


Terra -A ciência poderia provar a existência de Deus? Funes - "A existência de Deus não pode ser provada com um teorema matemático. Nós somos racionais. Nossa fé é racional. Nós podemos encontrar Deus usando nossa inteligência. O universo inteiro existe por causa de Deus. Logo tudo o que está nele é motivado pelo desejo de Deus criador".


Terra -Certa vez, o senhor cogitou que se descobríssemos a existência de vida em outro planeta, eles poderiam ser seres livres do pecado original. Como isso se daria? Funes - "Não temos nenhuma prova até agora de vida fora da Terra. Então é uma resposta hipotética para uma pergunta hipotética. Se existir, faz parte da mesma vontade de Deus que proporcionou a nossa existência. Nós somos livres para dizer sim ou não para Deus. O pecado original explica a existência de maldade na história humana. Pode ser possível que haja seres espirituais que podem dizer sim para o plano de Deus. Eles podem ter usado bem sua liberdade. De qualquer forma, esses seres poderiam, ser beneficiados pela misericórdia divina, poderiam ser amigos de Deus.


Terra -Teorias científicas dizem que em determinado ponto a Terra vai ser destruída, provavelmente engolida pelo sol. Isso seria parte da vontade de Deus? Funes - "É parte da nossa realidade. Somos seres frágeis, podemos ver isso com os terremotos. É parte da nossa natureza. Qualquer coisa pode nos causar dor e sofrimento. De acordo com o nosso conhecimento de evolução estrelar, sim, poderia ser o fim da Terra. Mas temos cinco bilhões de anos até que isso ocorra. Podemos aprender como sobreviver ou como ir para outra estrela. Mas nós temos que aprender que somos muito frágeis. É parte de nossa vida. Temos que ser cuidadosos com a nossa Terra e como usamos nossos recursos naturais. Tudo tem um equilíbrio muito gentil. Temos que ter cuidado.


Terra -Para se fazer ciência, é necessário ter dúvidas, enquanto a religião fornece certezas. Não são duas coisas conflitantes? Como o senhor concilia? Funes - O que me motiva não são dúvidas, são perguntas. Sou curioso para entender como funciona o universo. Claro, algumas vezes você tem dúvidas para testar suas idéias. É assim que funciona a ciência. Eu não diria que Deus provê certezas. Deus provê conforto, consolo. Consolo quer dizer que você vive em paz, com amor pelo próximo, esperança e fé. Não quer dizer que tudo está bem, tudo está ok. O sofrimento também faz parte da vida cristã. Mas você também pode sofrer e lidar com as dúvidas com profunda paz. Fazer ciência é uma maneira de encontrar Deus. Eu fui treinado a encontrar Deus em tudo o que fazemos. Podemos encontrar Deus em nossa conversar ou no seu trabalho. Se é algo que você gosta de fazer e quer transmitir para os outros. Porque Deus se comunica de maneiras distintas. Precisamos de um tipo de treinamento para escutá-lo e para seguir o seu consolo".


Terra - O senhor acredita que é importante difundir o conhecimento científico ou nem todos deveriam saber o que realmente ocorre? Funes - "É muito importante. Os seres humanos, desde o começo do universo, são inspirados pelo céu, pelas estrelas. A astronomia coloca em perspectiva a procura do conhecimento de onde estamos nesse imenso universo. Todas as pessoas têm o direito de se perguntar essas questões. Acho que todos deveriam ter o direito de saber, por exemplo, que o universo tem 14 bilhões de anos. Quando dou palestras para o público em geral, eu repito isso. Porque apenas uma parte muito pequena da humanidade tem acesso a esse tipo de conhecimento. Todos deveriam ter acesso. É parte da nossa natureza humana. Todos deveriam ter a chance de aprender".



Fonte: Terra.br

sábado, 20 de agosto de 2011

Investigador fotografa meteorito a entrar na atmosfera



O especialista em glaciares boliviano, Edson Ramirez fotografou o que aparenta ser um meteorito a entrar na atmosfera terrestre, sob os picos Huayna Potosi e Tuni Condoriri, nos Andes.



Segundo avança a Reuters, o fenómeno foi fotografado no passado dia 16 de Agosto, quando Ramirez estava a estudar os glaciares.



Segundo o especialista Rubber Munoz Sanchez, do planetário de La Paz, trata-se, de facto, de um meteorito com cerca de 50 centímetros de diâmetro, que está a arder devido à fricção com a atmosfera terrestre.






Fonte: TVI24

sábado, 13 de agosto de 2011

Chuva de meteoritos Perseid na madrugada deste Sábado





A chuva de meteoritos Perseid vai dar uma outra cor às primeiras horas da madrugada de sábado. Contudo, o fenómeno, anual, pode não ter agora o mesmo impacto devido à quase lua cheia que vai acontecer.


Chegou o momento por que muitos aficionados do visionamento do espaço esperam todos os anos. A chuva de meteoritos Perseid vai passar a ser visível nas primeiras horas da madrugada de sábado, estando previsto que atinja o auge de um meteorito por minuto por volta das seis da manhã.

O fenómeno acontece quando a rotação do planeta Terra o faz aproximar de um rasto de detritos originado pelo percurso do cometa Swift-Tuttle. Um processo que se repete todos os anos e que torna a chuva de meteoritos Perseid num dos acontecimentos mais regulares do calendário espacial.

"A Perseid é uma das mais fiáveis chuvas de meteoritos que se pode ver. Normalmente consegue-se observar, pelo menos, algumas dezenas de meteoritos por hora se o sítio do visionamento for ideal" afirmou Robert Massey, secretário executivo da Real Sociedade Astronómica, em declarações à BBC. "É igualmente um grande exemplo de um espetáculo astronómico gratuito, que não necessita de nenhum equipamento especial para ser apreciado", acrescentou.

No entanto, o período de quase lua cheia que se vai verificar nas primeiras horas de sábado pode prejudicar o acontecimento, uma vez que a claridade do satélite natural vai obstruir a visão de alguns dos meteoritos.

"O auge vai coincidir com uma quase lua cheia, é possível que só se vejam alguns meteoritos mais brilhantes por hora", confessou o secretário da Real Sociedade Astronómica. "Porém, se quem observar encontrar um local com céu claro e for paciente o suficiente para esperar, os meteoritos que vir podem ser muito luminosos" explicou Massey.

É aconselhável ver as previsões meteorológicas para escolher o local mais adequado para tentar ver a Perseid. A chuva de meteoritos vais ser visível até 22 de agosto, embora sempre com menos intensidade.





Fonte: Expresso

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Armadilha russa para asteroides







A Rússia sabe como combater os asteróides que ameaçam a Terra. Na conferência ''Semana do Espaço, realizada na Espanha, os especialistas russos do Centro Estatal de Foguetões ''Makeev'' propuseram destruir enormes pedras e rochas, fazendo-os explodir.




Presentemente os habitantes terrestres estão mais preocupados com tais fenómenos perigosissimos como ''tsunami'', terremotos e inundações. Contudo os asteróides e meteoritos que perto do nosso planeta constituem um perigo real. Basta recordarmos o famoso meteorito de Tunguska que caiu na Sibéria em 1908. segundo os cientistas, o seu diámetro era de apenas 30 metros, mas a poténcia da explosão, causada pela sua colisão com a Terra, foi de 40 a 50 megatoneladas, correspondendoao potencial energético da mais poderoso bomba hidrogénea.
É difícil imaginarmos as consequéncias de um objeto celeste ainda maior, caindo não na floresta siberiana, mas sim numa cidade densamente povoada – assinala Vladimir Degtiyar, director-geral do Centro Estatal de Foguetões:
São sobretudo peridosos para o nosso planeta os asteróides e cometas que têm uma trajetória atravessando a órbita da Terra. A probabilidade da sua colisão com o nosso planeta torna-se bastante séria devido à grande quantidade destes. Pode-se evitar uma colisão apenas alterando a trajetória do asteróide ou recorrendo à sua trituração. Com este fim convem criar conjuntos de foguetões espacias de pequena potência – assinala o cientista russo.
Tendo em conta o facto de serem proibidos todos os testes nucleares no Espaço, teremos que aplicar métodos não nucleares de explosão. Antes disso, porém, convem detectar um meteorito ou asteroide capaz de criar uma ameaça para a Terra - explica Vladimir Degtiyar e prossegue:
Precisamos de um sistema, assegurando o transporte preciso de um engenho explosivo ao corpo celeste periogoso. O aparelho especial ''Kaissa'' poderá determinar previamente a sua composição, entrando em ação depois disso o módulo ''Kapkan'', capaz tanto de destruir o objeto ameaçador, como também remove-lo da órbita perigosa. Como portadores desses aparelhos espaciais pode'se usar os foguetões ''Soyuz-2'' e ''Russ-M''. O primeiro servirá se o corpo celeste perigoso tiver o diâmetro até 300 metros, o segundo – quando este variar de 600 a 700 metros. Todos os trabalhos, relacionados com a defesa do nosso planeta contra o perigo de asteróides e cometas, são coordenados pela Academia das Ciências da Russia com a participação da Agência Espacial Russa '' Roscosmos'', a Agência de Energia Atómica ''Rosatom'' e o Ministério da defesa.
O Centro Estatal de Foguetões ''Makeev'' é responsável pelos trabalhos no sector de foguetões:Participamos ainda no concurso, promovido pela Comissão Europeia para efectuar investigações internacionais de larga escala, visando a prevenção de uma colisão da Terra com corpos celestes periogosos. A comunidade internacional já compreende a ameaça real de um encontro destes e toma medidas necessárias. As despesas com a realização de um projeto deste índole poderão constituir nos próximos 10 anos cerca de 700 milhões de dolares norte-americanos montante que não parece exagerado, levando em consideração a globabilidade da tarefa a ser cumprida.



Fonte: Voz da Rússia